Este é um espaço pedagógico onde vamos divulgar as atividades realizadas em sala de aula no ano de 2014.
terça-feira, 3 de setembro de 2013
terça-feira, 27 de agosto de 2013
PESQUISA SOBRE MARECHAL RONDON
ACESSE O LINK ABAIXO E
RESPONDA AS PERGUNTAS SOBRE A BIOGRAFIA DE CANDIDO MARIANO DA SILVA RONDON:
1- Que cidade e estado nasceu Candido Mariano da Silva?
2- Qual a data de seu nascimento?
3- Nome de seus pais?
4- Quem o criou após a morte de seu pai?
5- De quem herdou o sobrenome Rondon?
6- Tornou-se professor primário com que idade?
7- Para onde se transferiu depois que terminou os
estudos?
8- Por qual carreira profissional optou?
9- Se formou bacharel em que áreas?
10- Em que ano Rondon iniciou sua participação na
construção das linhas telegráficas? E onde?
11- Qual linha começou a construir? E em que ano?
12- Na mesma época da construção das linhas telegráficas, também
estava sendo feita uma importante obra nesta região. Que obra era essa que
também ajudou ocupar o atual estado de Rondônia?
13- Rondon fez diversos levantamentos, quais foram?
14- Em 1955, o Congresso Nacional conferiu-lhe qual
patente?
15- No ano seguinte, o então estado de Guaporé, passou a
ser chamado de que nome? Em homenagem a quem?
16- Quando faleceu Marechal Candido Mariano da Silva Rondon?
quinta-feira, 15 de agosto de 2013
REVISANDO CIRCULAÇÃO
Vejam que interessante esta matéria do Canalkids sobre Circulação:
Para o sangue circular, levando os glóbulos vermelhos (com oxigênio), glóbulos brancos (que combatem infecções) e as plaquetas (que ajudam a coagulação), alguém tem que empurrar e puxar. É o coração que faz esse trabalho. A prova de que ele é importante? Basta dizer que quando o coração pára, a vida acaba.
E é danado de rápido esse coração: mais rápido que o segundo. A cada minuto, ele bate 80 vezes, em média. Ou seja, mais de uma vez por segundo. E passa de 100 por minuto quando a gente pula corda!
Os lugares mais fáceis de sentir a nossa pulsação:
- no pulso, onde passa a artéria radial
- no pescoço, onde passa a veia jugular
Tum, tum, bate coração: já reparou que o coração tem duas batidas? Uma mais forte, outra mais fraca. Uma puxa o sangue, a outra empurra. Sístole (contração), diástole (dilatação), sístole, diástole, sístole, diástole. O tempo todo, desde a hora em que a vida começa até quando ela acaba.
O coração é um músculo em constante atividade. Dentro dele é a maior movimentação. É um entra-e-sai que não tem fim. Nessa verdadeira casa da mãe Joana, existem várias salas:
- aurícula direita: recepciona o sangue que vem das veias;
- aurícula esquerda: por aqui entra o sangue que vem dos pulmões, também por veias; daqui ele passa para os dois ventrículos;
- ventrículo direito: manda o sangue para os pulmões, por artérias;
- ventrículo esquerdo: empurra o sangue para o corpo, pela artéria aorta (uma das principais vias de circulação do sangue).
O serviço de lavanderia é impecável: o sangue vai pelas artérias, limpinho, para todo o corpo; e o sangue volta pelas veias, sujão, para o coração mandá-lo para o pulmão, que vai limpar a sujeira.
terça-feira, 6 de agosto de 2013
ATIVIDADES SOBRE O FOLCLORE
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terça-feira, 23 de julho de 2013
Lenda do Boto Cor de Rosa
Conta na Amazônia, que os botos do rio Amazonas fazem charme para as moças que vivem em vilas e cidades à beira-rio.
Eles as namoram e, depois, tornam-se os pais de seus filhos!
No início da noite, o boto se transforma em um belo homem e sai das águas, muito bem vestido e de chapéu, para esconder o buraco que todos os botos têm no alto da cabeça (o buraco serve para respirar o ar, já que os botos são mamíferos e têm pulmões, como você). O rapaz-boto vai aos bailes, dança, bebe, conversa e conquista uma moça bonita. Mas, antes do dia surgir, entra de novo na água do rio e se transforma de novo em um mamífero das águas.
O boto verdadeiro
O verdadeiro boto é um mamífero da ordem dos cetáceos. Há um grupo deles que vive exclusivamente em água doce, de rio. O que vive na América do Sul tem o corpo alongado, de dois a três metros de comprimento. Tem grandes nadadeiras peitorais e cerca de 134 dentes. São cinzentos, mas clareiam com a idade e ficam cor-de-rosa!
Botos comem peixes e, às vezes, frutos que caem no rio. A fêmea tem um filhote, que permanece ao seu lado até ficar adulto.
Parece que as lendas sobre "botos-homens" só surgiram no Brasil a partir do século XVIII. Pelo menos, nenhum pesquisador encontrou registros mais antigos dessa lenda! Mas, na mitologia dos índios tupis, há um deus - o Uauiará - que se transforma em boto. Esse deus adora namorar belas mulheres.
Até hoje, mães solteiras na região do Amazonas dizem que seus filhos são filhos "do boto"! O olho do boto, seco, é considerado um ótimo amuleto para conseguir sucesso no amor. Se o homem quer conquistar uma mulher, dizem que ele deve olhar para ela através de um olho de boto. Desse jeito, ela não vai poder resistir - e vai ficar perdidamente apaixonada...
Lenda da Vitoria Regia
Vitória-régia é uma lenda muito popular no Brasil, principalmente na região Norte.
Diz a lenda que a Lua era um deus que namorava as mais lindas jovens índias e sempre que se escondia, escolhia e levava algumas moças consigo. Em uma aldeia indígena, havia uma linda jovem, a guerreira Naiá, que sonhava com a Lua e mal podia esperar o dia em que o deus iria chamá-la.
Os índios mais experientes alertavam Naiá dizendo que quando a Lua levava uma moça, essa jovem deixava a forma humana e virava uma estrela no céu. No entanto a jovem não se importava, já que era apaixonada pela Lua. Essa paixão virou obsessão em um momento onde Naiá não mais queria comer nem beber nada, só admirar a Lua.
Numa noite em que o luar estava muito bonito, a moça chegou à beira de um lago, viu a lua refletida no meio das águas e acreditou que o deus havia descido do céu para se banhar ali. Assim, a moça se atirou no lago em direção à imagem da Lua. Quando percebeu que aquilo fora uma ilusão, tentou voltar, porém não conseguiu e morreu afogada.
Comovido pela situação, o deus Lua resolveu transformar a jovem em uma estrela diferente de todas as outras: uma estrela das águas – Vitória-régia. Por esse motivo, as flores perfumadas e brancas dessa planta só abrem no período da noite.
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