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quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Consulte o texto e responda as questões propostas

Cândido Mariano da Silva Rondon nasceu em Mimoso, no estado do Mato Grosso, no dia 5 de maio de 1865.
Filho de Cândido Mariano da Silva e Claudina de Freitas Evangelista da Silva, perdeu os pais muito cedo e foi criado em Cuiabá pelo tio, de quem herdou e incorporou o sobrenome "Rondon".
Tornou-se professor primário aos 16 anos mas optou pela carreira militar servindo como soldado no 2o Regimento de Artilharia a Cavalo, e ingressando dois anos depois na Escola Militar da Praia Vermelha.
Em 1886 entrou para a Escola Superior de Guerra onde assumiu um papel ativo no movimento pela proclamação da República.
Fez o curso do Estado Maior de 1ª Classe e foi promovido a alferes (atual "aspirante-aoficial").
Graduou-se como bacharel em Matemática e em Ciências Físicas e Naturais e participou dos movimentos abolicionista e republicano por volta de 1890.
Em 1889, Rondon participou da construção das Linhas Telegráficas de Cuiabá, assumindo a chefia do distrito telegráfico de Mato Grosso, e foi nomeado professor de Astronomia e Mecânica da Escola Militar, cargo do qual se afastou em 1892.
Entre 1900 e 1906 dirigiu a construção de mais uma linha telegráfica, entre Cuiabá e Corumbá, alcançando as fronteiras do Paraguai e da Bolívia.
Começou a construir a linha telegráfica de Cuiabá a Santo Antonio do Madeira, em 1907, sua obra mais importante.
A comissão do Marechal foi a primeira a alcançar a região amazônica.
Nesta mesma época estava sendo feita a ferrovia Madeira-Mamoré, que junto com a telegráfica de Rondon ajudaram a ocupar a região do atual estado de Rondônia.
Rondon fez levantamentos cartográficos, topográficos, zoológicos, botânicos, etnográficos e lingüísticos da região percorrida nos trabalhos de construção das linhas telegráficas.
Por sua contribuição ao conhecimento científico, recebeu várias homenagens e muitas condecorações de instituições científicas do Brasil e do exterior.
Foi convidado pelo governo brasileiro para ser o primeiro diretor do Serviço de Proteção aos Índios e Localização dos Trabalhadores Nacionais (SPI), criado em 1910.
Incansável defensor dos povos indígenas do Brasil, ficou famosa a sua frase: "Morrer, se preciso for; matar, nunca.
" Entre 1919 e 1925, foi diretor de Engenharia do Exército e, após sucessivas promoções, chegou a general-de-divisão.
Em 1930, solicitou sua passagem para a reserva do Exército.
Nos anos 40 virou presidente do Conselho Nacional de Proteção aos Índios (CNPI), cargo em que permaneceu por vários anos.
Em 1955, o Congresso Nacional conferiu-lhe a patente de marechal.
E no ano seguinte, o então estado de Guaporé, passou a ser chamado de Rondônia em homenagem ao seu desbravador.
Faleceu no Rio de Janeiro, em 19 de janeiro de 1958, com quase 93 anos.
Fonte: www.defesa.gov.br
Marechal Rondon
Cândido Mariano da Silva Rondon nasceu em Santo Antônio de Leverger (MT), em 1865.
Militar, cursou a Escola Militar do Rio de Janeiro e, em 1889, ingressou na Escola Superior de Guerra. Foi aluno de Benjamin Constant, de quem recebeu a formação positivista que conservou por toda a vida. Ainda em 1889, participou do movimento político-militar no Rio de Janeiro que derrubou a monarquia e instituiu o regime republicano no país.
Em 1891, tornou-se professor da Escola Militar. Nesse mesmo ano, participou pela primeira vez da construção de linhas telegráficas no interior do Brasil, atividade a qual se dedicaria durante grande parte da sua vida. Estabeleceu, então, contatos amistosos com indígenas no estado do Mato Grosso, em regiões próximas à fronteira com o Paraguai e a Bolívia, iniciando, inclusive, a demarcação de suas terras. Em 1906, suas atividades estenderam-se à Amazônia, para onde também foi enviado com a finalidade de construir linhas telegráficas. Nessa ocasião, passou cerca de quatro anos internado na selva, chegando a Manaus somente em 1910. Nesse mesmo ano foi criado o Serviço de Proteção ao Índio (SPI), do qual se tornou o primeiro diretor.
Durante a década de 10, deu continuidade às suas experiências de contato com os povos indígenas, promovidas através de expedições científicas e de reconhecimento do território que se estende do Mato Grosso à Amazônia. Em 1919, recebeu a patente de general do Exército.
No segundo semestre de 1922, deu combate, em regiões situadas entre os estados do Paraná e Santa Catarina, aos rebeldes militares que meses antes haviam se insurgido contra o governo federal em São Paulo e no Rio Grande do Sul, e que logo em seguida dariam origem à Coluna Prestes. Em 1930, encontrando-se no Rio Grande do Sul, foi preso durante alguns dias pelas forças revolucionárias que levaram Getúlio Vargas ao poder por se declarar fiel ao presidente deposto, Washington Luís.
Entre 1934 e 1938, presidiu a delegação brasileira que mediou as negociações entre Bolívia e Peru, em torno da disputa pelo controle do porto de Letícia. Em 1934, foi nomeado para a presidência do Conselho Nacional de Proteção ao Índio, órgão que substituiu o SPI.
Manifestou apoio à entrada do Brasil na Segunda Guerra Mundial ao lado dos Aliados, no início da década de 40.
Detentor de enorme prestígio dentro e fora do Brasil, recebeu diversas homenagens significativas: em 1955, o Congresso brasileiro conferiu-lhe honras de marechal ; no ano seguinte, o território brasileiro de Guaporé foi rebatizado com o nome de Rondônia; e, em 1957, foi indicado para o Prêmio Nobel da Paz.
Morreu no Rio de Janeiro, em 1958.
Fonte: www.cpdoc.fgv.br
Marechal Rondon
Terminada a Guerra do Paraguai, se cuidou de aparelhar a tropa de Engenharia para atender à formação dos especialistas necessários aos empreendimentos públicos indicados pela experiência bélica.
Os problemas mais vivos a serem resolvidos eram o dos transportes e o das comunicações, particularmente no Rio Grande do Sul, oeste paranaense e Mato Grosso, o que impedia a aplicação oportuna e decisiva do poder nacional. Surgiu o Exército como fator de integração nacional.

Marechal Cândido Mariano da Silva Rondon
Em 1880 o Batalhão de Engenheiros foi reorganizado para poder ser empregado na construção de estradas de ferro e de linhas telegráficas. O seu primeiro empreendimento no campo das comunicações, concluído em dezembro de 1881, foi a ligação telegráfica entre Alegrete e São Borja, com um ramal para Itaqui.
No ocaso do Império foi criada a Comissão Construtora da Linha Telegráfica Franca – Cuiabá, com o objetivo de romper o isolamento de Mato Grosso, tão nefasto durante a invasão paraguaia. A cidade paulista de Franca representava, até então, a região mais ocidental servida pelo fio.
Proclamada a República, foram aproveitados e ampliados os projetos de construção de linhas telegráficas do Império, que legou 11.000 Km de linhas entre as principais cidades.
Com a concretização da ligação Franca-Uberaba, ainda no período imperial, coube ao governo republicano a criação de uma comissão para o prolongamento da linha até a margem direita do rio Araguaia.
A construção em sentido contrário, Cuiabá-Araguaia, foi confiada à chefia do Major Antonio Ernesto Gomes Carneiro. Este, em busca de um auxiliar mato-grossense, escolheu o alferes-aluno Cândido Mariano da Silva Rondon, nascido em 1865 nas proximidades de Cuiabá, coincidentemente durante a invasão paraguaia do Mato Grosso. A partir daí teria início a ciclópica obra de Rondon, síntese das comunicações da Primeira República.
Paralelamente, o governo criou outras comissões telegráficas chefiadas por engenheiros militares. No Rio Grande do Sul uma comissão foi designada para interligar os principais pontos das fronteiras com a Argentina e o Uruguai, enquanto no Paraná outra recebeu a missão de ligar Foz do Iguaçu a Curitiba.
Em abril de 1891, com a ponta da linha já nas margens do rio Araguaia, Gomes Carneiro retornou ao Rio de Janeiro e Rondon assumiu a chefia da comissão. Pouco tempo depois, em 1894, Gomes Carneiro morreu heroicamente durante o cerco da Lapa, no Paraná, episódio da Revolução Federalista, articulado com a Revolta da Armada.
Em 1900 Rondon recebeu a missão de interligar toda a faixa fronteiriça com a Bolívia e com o Paraguai, cumprindo-a após seis anos de penosos trabalhos e 1.746 Km de linhas construídas. Finalmente, as cidades de Cuiabá, Corumbá, Bela Vista, Porto Mourinho, Forte Coimbra e Cáceres passaram a se ligar ao restante do País.
Entretanto, ainda estava longe do encerramento a sua obra civilizadora. Em março de 1907, o Presidente Afonso Pena cria a Comissão Construtora de Linhas Telegráficas do Mato Grosso ao Amazonas e nomeia-o, já major, para chefiá-la.
Essa comissão fica subordinada aos Ministérios da Aviação e da Guerra, pela natureza dos trabalhos e pelo seu enquadramento civil e militar. Integram-se engenheiros militares, oficiais especializados e funcionários civis da Repartição Geral dos Telégrafos. O 5º Batalhão de Engenharia participa como núcleo principal da tropa a ser empregada.
A linha partiria de Cuiabá para atingir a cachoeira de Santo Antônio do Madeira, no rio Madeira, e daí até a estrada de ferro Madeira – Mamoré. Desse ponto alcançaria as sedes das prefeituras do Acre, Purus e Juruá, enquanto ramais atingiram a cidade de Mato Grosso (Vila Bela), Forte Príncipe da Beira e Manaus.
O trabalho era, portanto, de extrema magnitude e imperativo, em função da incorporação do Acre pelo Tratado de Petrópolis, firmado com a Bolívia em 1903.
No Natal de 1909, após toda sorte de adversidades, é atingido o rio Madeira na expedição e o corneteiro do 5º Batalhão de Engenharia, origem do atual Batalhão Rondon, saúda o fato com o toque da vitória.
Fisicamente se rompera a Amazônia Ocidental, mas os trabalhos ainda continuariam até 1º de janeiro de 1915, com a inauguração da estação de Santo Antônio do Madeira. Foram instaladas, ao todo, 32 estações nos 1.497 Km da linha principal e nos 763 Km dos ramais de Cáceres a Mato Grosso, de Parecis a Barra dos Bugres e de Santo Antônio e Guajará-Mirim.
O objetivo de levar o fio até Manaus foi abandonado, como consequência da evolução da radiotelegrafia descoberta por Guglielmo Marconi, mas nem por isso tornou menos importante a obra de Rondon, que já havia cumprido um papel de extrema relevância para o País. Não só na integração de pontos afastados do território nacional, mas, ainda, no avanço dos conhecimentos contemporâneos de etnografia, zoologia, botânica e mineralogia, no aperfeiçoamento da cartografia nacional e na proteção do indígena.
O pioneirismo do Marechal Rondon nas atividades de comunicações o credenciaria para Patrono da Arma de Comunicações, através do Decreto nº 51.960, de 26 de abril de 1963.
Fonte: www.exercito.gov.br
Marechal Rondon
Ainda não se escreveu a biografia que a rica vida do Marechal Rondon merece. O sonho de ver o país exibindo ares do chamado primeiro mundo, parece fazer com que aqui só se percebam o valor dos brasileiros responsáveis pelos processos de industrialização. Nesses casos, várias e merecidas biografias já foram escritas. Para o desbravador desses rincões, para o grande ator da luta pela recuperação da dignidade dos nossos irmãos índios, ainda falta alguém com o talento e a determinação do velho Marechal.
Estas notas servem apenas divulgar alguns fatos importantes da vida deste grande brasileiro, um dos mais populares personagens das primeiras décadas do século passado, e então, um dos poucos brasileiros de renome internacional.
Ele é a personalidade mais significativa da história desta região onde se formou o Estado de Rondônia, nome dado em sua homenagem.

Cândido Mariano da Silva Rondon nasceu em Mimoso, Mato Grosso, em 5 de maio de 1865.
Órfão desde os dois anos, viveu com os avós até os sete, quando mudou-se para Cuiabá onde passou a viver com um tio e iniciou seus estudos. Aos 16 anos foi diplomado professor primário (ensino fundamental) pelo Liceu Cuiabano.
Em seguida ingressou na carreira militar como soldado do 3º Regimento de Artilharia a Cavalo.
Pouco depois mudou-se para o Rio de Janeiro onde, em 1883, matriculou-se na Escola Militar. Em 1890, recebeu o diploma de bacharel em Matemática e Ciências Físicas e Naturais da Escola Superior de Guerra do Brasil. Ainda estudante, teve participação nos movimentos abolicionista e republicano.
Formado, foi nomeado professor de Astronomia e Mecânica da Escola Militar, cargo do qual afastou-se em 1892.
Ainda em 1892, em 1º de fevereiro, casou-se com D. Francisca Xavier, com quem teve sete filhos, e foi nomeado chefe do Distrito Telegráfico de Mato Grosso. Foi então designado para a Comissão de Construção da linha telegráfica que ligaria Mato Grosso e Goiás.
Esta primeira missão marcaria para sempre a vida do jovem oficial, e de todo o país que ele serviu com amor, serenidade e senso de justiça.
O novo governo republicano estava preocupado com o grande isolamento das regiões mais ocidentais do país, particularmente nas fronteiras com o Paraguai e Bolívia, por isso decidira construir linhas telegráficas que melhorassem as comunicações com o centro-oeste e o longínquo norte. Rondon foi o mais importante dos sertanista que desbravaram estes rincões, abrindo caminhos, lançando linhas telegráficas, registrando sua topografia, descobrindo rios, estudando a flora e a fauna, mas, principalmente, estabelecendo relações respeitosas e desmistificando a imagem de violentos, assassinos e até antropófagos, que se construíra em torno dos primitivos habitantes destas terras: os índios.
Foi sua visão humanista que permitiu que as missões de desbravamentos e construções fossem realizadas em paz, sem combates fratricidas, e que não fosse assim poderiam transformar-se em missões genocidas. Entre outras nações indígenas, Rondon manteve contatos pacíficos com os Bororo, Nhambiquara, Urupá, Jaru, Karipuna, Ariqueme, Boca Negra, Pacaás Novo, Macuporé, Guaraya, Macurape, etc. Nesta imensa e desconhecida região realizou sua grande obra de militar, estudioso, sertanista e grande ser humano.
- Entre 1892 e 1898 ajudou a construir as linhas telegráficas de Mato Grosso a Goiás, entre Cuiabá e o Araguaia, e uma estrada de Cuiabá a Goiás.
- Entre 1900 e 1906 dirigiu a construção de mais uma linha telegráfica, entre Cuiabá e Corumbá, alcançando as fronteiras de Paraguai e Bolívia.
- Em 1906 encontrou as ruínas do Real Forte do Príncipe da Beira, a maior relíquia histórica de Rondônia.
- Em 1907, no posto de major do Corpo de Engenheiros Militares, foi nomeado chefe da comissão que deveria construir a linha telegráfica de Cuiabá a Santo Antonio do Madeira, a primeira a alcançar a região amazônica, e que foi denominada "Comissão Rondon". Seus trabalhos desenvolveram-se de 1907 a 1915.
Assim, simultâneamente, já que a construção da Estrada de Ferro Madeira Mamoré deu-se entre 1907 e 1912, aconteciam dois dos fatos mais importantes para o conhecimento e ocupação econômica do espaço físico que à época era parte do Mato Grosso, e hoje constitui o estado de Rondônia. A EFMM no sentido leste-oeste, e a linha do telégrafo no sentido sul-norte. Difícil dizer qual o feito mais grandioso.
Os trabalhos exploratórios da Comissão Rondon, quando foram estudados e registrados fatos novos nos ramos da geografia, biologia (fauna e flora) e antropologia, na região então desconhecida, dividiram-se em tres expedições:
- A 1ª expedição, entre setembro e novembro de 1907, reconheceu 1.781 km entre Cuiabá e o rio Juruena.
- A 2ª expedição ocorreu em 1908 e foi a mais numerosa, envolvendo 127 membros. Foi encerrada às margens de um rio denominado 12 de outubro (data de encerramento da expedição), tendo reconhecido 1.653 km entre o rio Juruena e a Serra do Norte.
- A 3ª expedição, com 42 homens, foi realizada de maio a dezembro 1909, vindo da serra do Norte ao rio Madeira, que alcançou em 25 de dezembro, atravessando toda a atual Rondônia.
- Em 1908 havia sido promovida a tenente-coronel, por méritos.
- Em 1910 organizou e passou a dirigir o Serviço de Proteção aos Índios (SPI), criado em 7/set/1910.
- Em 12 de outubro de 1911 inaugurou a estação telegráfica de Vilhena, na fronteira dos atuais estados de Mato Grosso e Rondônia.
- Em 13 de junho de 1912 inaugurou nova estação telegráfica, a 80 km de Vilhena, que recebeu seu nome.
- De maio de 1913 a maio de 1914 participou da denominada expedição Roosevelt-Rondon, junto com o ex-presidente dos Estados Unidos da América, Theodore Roosevelt. Realizando novos estudos e descobertas na região.
- Durante o ano de 1914 a Comissão Rondon construiu em oito meses, no espaço físico de Rondônia, 372 km de linhas e cinco estações telegráficas: Pimenta Bueno, Presidente Hermes, Presidente Pena (mais tarde Vila de Rondônia, atualmente Ji Paraná), Jaru e Ariquemes (a 200km de porto Velho).
- Em 1º de janeiro de 1915 inaugurou a estação telegráfica de Santo Antonio do Madeira, concluindo a gigantesca missão que lhe fora conferida.
Já General de Brigada, em 20/set/1919 foi nomeado Diretor de Engenharia do Exército, cargo que ocupou até 1924.
- Em 1930, preso no Rio Grande do Sul pelos revolucionários que destituiram Washington Luís e levaram Getúlio Vargas ao poder, pediu reforma do exército.
Entre julho de 1934 e julho de 1938 presidiu missão diplomática que lhe fora confiada pelo Governo do Brasil, mediando e arbitrando o conflito que se estabelecera entre o Perú e a Colômbia pela posse porto de Letícia. Ao encerrar sua missão, tendo estabelecido um acordo de paz, estava quase cego.
- Em 5 de maio de 1955, data de seu aniversário de 90 anos, recebeu o título de Marechal do Exército Brasileiro concedido pelo Congresso Nacional.
- Homenageando o velho Marechal, em 17 de fevereiro de 1956, o Território Federal do Guaporé teve seu nome alterado para Território Federal de Rondônia.
- Em 1957 foi indicado para o prêmio Nobel da Paz, pelo Explorer's Club, de New York.
- Morreu no Rio de Janeiro, aos 92 anos, em 19 de janeiro de 1958.
Ao grande brasileiro, o respeito e a gratidão dos rondonienses.

Fonte: www.ronet.com.br

domingo, 17 de agosto de 2014

Amigos de Campinas

O projeto do quarto ano A continua com a parceria da professora Claudia Murer e os amigos de Campinas. Estas foram as brincadeiras enviadas por eles, agora é a nossa vez de oferecer informações sobre  brincadeiras de Rondônia:
O DADO ENTROU NA RODA
REGRAS:
1 – OS PARTICIPANTES DEVEM SENTAR EM RODA.
2 – PARTICIPANTES: NO MÍNIMO 10.
3 – COMPONENTES: UM DADO COM AS VOGAIS.

4 – COMO JOGAR: SENTADOS EM RODA, UM DOS PARTICIPANTES INICIA COM O DADO PASSANDO DE MÃO EM MÃO E CANTANDO A MÚSICA: “O DADO ENTROU NA RODA ELE PASSA DE MÃO EM MÃO. O DADO ENTROU NA RODA ELE JÁ CHEGOU.” O PARTICIPANTE QUE PARAR COM O DADO NA MÃO DEVERÁ LANÇAR O DADO E FALAR UMA PALAVRA INICIADA COM A VOGAL SORTEADA. A BRINCADEIRA CONTINUA ATÉ QUE TODOS TENHAM PARTICIPADO.



CARACOL DOS NÚMEROS
REGRAS:
1 – OS PARTICIPANTES DEVEM SENTAR EM RODA.
2 – PARTICIPANTES: QUANTOS QUIZEREM.
3 – COMPONENTES: DADO E TAMPINHAS DE GARRAFA PET.
4 – COMO JOGAR:CADA JOGADOR DEVE INICIAR COM 10 TAMPINHAS. O JOGADOR LANÇA O DADO E O NÚMERO SORTEADO SERÁ A QUANTIDADE DE TAMPAS QUE DEVERÁ SER DISTRIBUIDA NO CARACOL. CASO UM NÚMERO JÁ ESTEJA COMPLETO, O JOGADOR PODERÁ DISTRIBUIR AS TAMPINHAS EM OUTROS NÚMEROS. O JOGO TERMINA QUANDO ACABAR AS TAMPINHAS DE UM JOGADOR (E ESTE SERÁ O VENCEDOR) OU QUANDO O CARACOL ESTIVER COMPLETO (NESSE CASO VENCE AQUELE QUE TIVER A MENOR QUANTIDADE DE TAMPINHAS).

Parceiras de 2014 - acadêmicas do PIBID





Vamos aproveitar a ajuda deste  semestre  e aprender bastante sobre Pontuação.


Um desafio para vocês:

O presente
Maria Clara vai fazer aniversário, seu pai quer lhe dar um presente, para ajudá-lo ela resolveu deixar um bilhete no bolso do papai, mas tem um problema.... ajude o papai a descobrir qual presente a Ana Clara quer ganhar.

O que eu quero é uma bicicleta não uma boneca de jeito nenhum gostaria de ganhar uma bola.

Pontue o bilhete de maneira que Ana Clara ganhe uma bicicleta:
O que eu quero é uma bicicleta não uma boneca de jeito nenhum gostaria de ganhar uma bola.

Pontue o bilhete de maneira que Ana Clara ganhe uma boneca:
O que eu quero é uma bicicleta não uma boneca de jeito nenhum gostaria de ganhar uma bola.

Pontue o bilhete de maneira que Ana Clara ganhe uma bola:
O que eu quero é uma bicicleta não uma boneca de jeito nenhum gostaria de ganhar uma bola.

Quem conseguir resolver imprime e leva para a nossa sala.

terça-feira, 26 de novembro de 2013

Carta para Ieda de Oliveira e resposta para a turma


Estamos estudando sobre esta autora e descobrimos o site e o blog, gostamos das cartas dos leitores e escrevemos a nossa, na parte da tarde a autora Ieda de Oliveira nos enviou um email respondendo nossas perguntas. Confiram:


Cara Ieda, como vai?
Somos do 4º ano “A” da Escola Aluízio Pinheiro Ferreira de Rolim de Moura- RO, estudamos com a professora Silvia e com as bolsistas do PIBID/UNIR: Roberta, Suelen, Elízia, Neuza e Alexandra, que estão lendo seus livros para nossa turma na Ação Clube do Livro.
Gostamos dos seus livros porque são interessantes, engraçados e nos ensinam a viver melhor. Em seu site descobrimos outros livros, resumos e gostamos das cartas dos leitores, pensamos em escrever esta carta para ser um modo de nos comunicar com você e responder nossas perguntas.
·         De onde vem sua inspiração para fazer belos livros e músicas?
·         Quando começou sua carreira como escritora e compositora?
·         Qual foi o seu primeiro livro publicado e quantos anos você tinha?
·         Quantos livros você já tem publicados?
·         Quantas músicas você já compôs e quantas já foram gravadas?
·         Como você descobriu que poderia ser uma boa escritora?
Enfim o que pretendemos dizer é que toda nossa turma quer te conhecer e também adoramos seus livros. Queremos que você venha aqui na nossa escola para conhecer seus fãs.
Parabéns pelo seu talento e sucesso.

 Alunos do 4º ano “A”.

RESPOSTA DA AUTORA IEDA DE OLIVEIRA:

Olá, amigos! 
Fiquei muito feliz com o contato de vocês. Vou tentar de forma objetiva responder às perguntas.

·         De onde vem sua inspiração para fazer belos livros e músicas?
R: Basicamente da observação da vida.

·         Quando começou sua carreira como escritora e compositora?
R: Em 1992 comecei a publicar meus trabalhos literários e em 2000 os trabalhos musicais. 

·         Qual foi o seu primeiro livro publicado e quantos anos você tinha?
R: Em 1992 e já era atemporal...

·         Quantos livros você já tem publicados?
R: 27 livros

·         Quantas músicas você já compôs e quantas já foram gravadas?
R: Muitas, gravadas 14.

·         Como você descobriu que poderia ser uma boa escritora?
R: Sempre que eu ia me expressar por escrito, mesmo em assuntos não literários, imprimia emoção poética, de algum modo, ao que escrevia. Não sabia se seria uma boa escritora, mas sabia que precisaria de domínio técnico, estudo e leituras para dar forma à minha imaginação.

Terei  muito prazer de ir ao Colégio e conhecer a todos pessoalmente.

Um forte abraço

Ieda de Oliveira

domingo, 24 de novembro de 2013

Bonecas Abayomi feitas durante a aula de Arte

As crianças do Quarto Ano A estudaram sobre a origem das bonecas Abayomi e durante a aula de Arte usaram a criatividade para produzirem suas bonecas.












sábado, 2 de novembro de 2013

NOVOS: Jogos de Frações


Clicando AQUI você irá se divertir com vários jogos sobre frações, ao mesmo tempo em que estuda para a nossa prova de quarto bimestre. Para escolher o jogo clique sobre a imagem desejada.

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Webquest Porquinho da Índia

Os alunos da professora Nilda e Selma irão aprender sobre seus animais de estimação através desta Webquest. Divirtam-se clicando AQUI

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Semana da Criança

A Semana na Escola Aluízio está movimentada:
Terça Feira- Pintura Facial Rostinhos Felizes
Quarta Feira_ Gincana
Quinta Feira- Contação de Histórias na Biblioteca e Campeonato de Beyblade
Sexta Feira - Pula-Pula, Barracas, Brincadeiras e Pintura Facial Rostinhos Felizes

sábado, 5 de outubro de 2013

Semana da Criança

Iniciamos a semana da criança com Rostinhos Felizes:



Literatura Infantil- fantoches

Nos meses de outubro e novembro estaremos trabalhando com Literatura Infantil nas aulas de Arte, começamos com diálogos feitos com fantoches. As crianças gostaram muito desta atividade. Confiram...

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Chegou a Mascote do Quarto D - turma da profª Nilda

As crianças da professora Nilda escolheram como mascote um porquinho da índia, e ele acaba de chegar...em breve fotos e a escolha do nome. Parabéns professora Nilda e Crianças do quarto ano D.

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Nossas Crianças usando o LIE: turmas das professoras Selma, Silvia e Laidana


O mascote escolhido pela turma do 4ºC é uma coelhinha


Dia 10/09/13 (terça-feira) :
                Neste dia contei aos alunos que estaríamos iniciando o projeto nosso mascote, então perguntei a turma quais animais eles tinhamvontade de adotar. Os alunos sugeriram, cachorro, gato, canarinho, maritaca, coelho, hamister, topolino, tartaruguinha e porquinho da índia.
                Fizemos algumas eliminações, pois alguns animais não podem ser adotados, devido a problemas como ambientação, doenças e dificuldades para comprar.
                Assim elegemos três animaizinhos para uma pesquisa, para próxima aula, onde eles deveriam levantar os pontos positivos e negativos de cada um deles.


Dia 11/09/13 ( quarta-feira):
                Iniciamos a aula levantando junto com os alunos, os pontos positivos e negativos de cada animal:
                1º Coelho:
Pontos positivos:
·         È um animal dócil
·         É fácil de alimentar
·         Gosta de legumes , verduras e frutas
·         Não faz barulho
·         É disposto a brincadeiras
·         Ele cuida de sua higiene
Pontos negativos:
·         Alface provoca diarreia
·         Faz muito xixi e coco
·         Se for grandinho pode arranhar

2ºPorquinho da índia
Pontos positivos
·         Animal leve e fácil de carregar
·         Animal dócil
·         Come ração , legumes e frutas
·         Faz pouco barulho
 Pontos negativos
·         Faz muito xixi e coco
·         Pode morder
·         Imite alguns ruídos que podem incomodar durante a noite

3º Porquinho da índia
Pontos positivos
·         Animal bem pequeno
·         Da pouco trabalho
·         Gosta da agua
Pontos negativos
·         Pode morder
·         Não é de interagir com o criador
·         Se isola

Levantados os pontos positivos e negativos dos três possíveis mascotes, foram convidados três alunos dispostos a eleger o mascote de sua preferencia, falando aos colegas porque seu animalzinho deveria ser eleito pela turma, e por fim, foi feita a votação e o Coelho foi eleito .

Nosso mascote chegou em dois dias, então com ela (porque é uma coelhinha) em sala, sugeri as crianças que deveríamos dar um nome. Entre muitos que foram sugeridos, as crianças escolheram “Pérola”.

Todos os dias uma criança leva Pérola para casa e no dia seguinte leva o diário da classe, e nele nos conta como foi seu dia com a nossa mascote.

















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